segunda-feira, 18 de outubro de 2010

DICAS QUE FAZEM BEM $$$$$$ !!

Neste final de semana estive em uma Farmácia pra comprar um medicamento e quá cai das pernas quando a atendente me informou o valor R$ 170,00, optando por desistir da compra temporariamente, decidi fazer uma cotaçãozinha antes.

Sai de lá e fui na Farmácia Drogasil (não é propaganda mais ela é boa mesmo rsrs) que tenho o cartão fidelidade (faz na hora sem burocracia) o que já me beneficia em 10% e a atendente ainda super fofa, me aconselhou a fazer um cadastramento no Laborátorio via telefone(pode?) pra ganhar ainda mais desconto (NUNCA soube disso por que mesmo??).

Resumindo ganhei 50% de desconto do Laborátorio e mais 10% da Drogasil, total de 60% de desconto achei o mÁximo!!!

Vale apena buscar mais informações nas Farmácias da Rede. 

Coisa boa quase ninguém divulga mais eu ADORO!!!!!

Bj


QUANDO O MOVIMENTO É BOM VALE UM BISSS!

Gente, existe um movimento fantástico, que busca levar palavras de alegria e coragem para as crianças portadoras de câncer, é séria e funciona. Basta entrar no site "Doe palavras" clicando no link abaixo, digitar uma frase de amor e enviar, são dois minutos pra fazer parte de algo tão grande, não deixe de participar!!!  

JESUS, ACENDE A LUZ!!!!

Assim não dá, plena segunda feira com uma semana inteirinha pra viver depois de um final de semana gostoso, distante dos jornais e tv, abro o jornal e o mundo me informa que o advogado daquele ex goleiro se auto intitula como Lúcifer.

Então ta bom...um goleiro + uma esposa + uma namorada + duas amantes + um "amigo" de "gosto" duvidoso + um ex policial serial killer + um monte de cachorros + um menor.... ufa, como se tudo isso já não fosse TRÁGICO e diabólico o bastante, eis que o próprio entra em defesa, pois é assim que o advogado do Bruno se apresenta nesta segunda feira, como o próprio Lúcifer, para tudo.

A cada nova matéria desse caso macabro, tenho a sensação de que só pode ser uma pegadinha mais quando esta sensação passa e passa rápido, fico imaginando o que mais de absurdo pode acontecer , hummmmm tá eu consigo imaginar....todos inocentados, um novo fã clube (preocupante) do Bruno o esperando na saída da prisão com sua grande maioria Claro formado por mulheres e o mesmo disputando a copa do mundo.

Essa indignação ainda toma proporções maiores quando me pego a pensar nessa penca de mulheres enterrando e sujando suas vidas por causa de um p........  deixa eu me conter, melhor assim.

Lamentável.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

É ASSIM....

"Mulheres bacanas, complicadas, batalhadoras, persistentes, ciumentas, apressadas, é isso que somos hoje. Merecemos adjetivos velozes, produtivos, enigmáticos. As inhas não moram mais aqui. Foram pro espaço, sozinhas."Martha Medeiros
"Mulheres bacanas(sempre), complicadas(depende), batalhadoras, persistentes(e como), ciumentas(raramente), apressadas(claro), é isso que somos hoje. Merecemos adjetivos velozes, produtivos, enigmáticos. As "inhas" não moram mais aqui. Foram pro espaço, sozinhas."

Martha Medeiros

AHHH TODA QUARTA TEM!!

Acontece todas as quartas às 20:30hs, um encontro de seres humanos normais ou quase rsrsrsrsrsrsrs que estão longe de serem Santos ou Juízes, mais que buscam com amor a verdade em Deus.
É um bate papo despretensioso mais riquíssimo de amor e aprendizado. É assim, sem protocolo, despidos de preconceitos ou religiosidade, mais com o coração e a mente aberta para a palavra.
Quem se interessar deixa um recadinho ou envie um email para mirelasmachado@gmail.com.
mUitO BOm!!

MAIS UM MOTIVO!





      Como se já não tivéssemos motivos suficientes pra viver discutindo a relação com a balança, agora essa pesquisa vem nos dizer que isso pode mexer também no nosso bolso, ahhhh se essa moda pega, rsrss!!!
 Fonte revista Galileu mês 10.

   Uma pesquisa feita pela Universidade da Flórida, nos Estados Unidos, mostra que empregadores tratam as mulheres do mesmo modo que a indústria da moda: recompensando as mais magras com salários mais altos e penalizando as mais gordinhas com remuneração menor. Com os homens, o que acontece é o contrário: quanto mais encorpados, maior o pagamento (com exceção dos obesos).
   Foram feitos dois estudos separados, um com 11.253 homens e mulheres alemães e outro com 12.686 homens e mulheres americanos.
   Os resultados mostraram que os homens mais magros ganhavam US$ 8.437 a menos do que os de peso médio e, quanto mais pesados, maior o salário – até ficarem obesos, quando a tendência se inverte. Em um dos estudos, a média de maior salário foi para homens de aproximadamente 94 kg.
Para as mulheres que fugiam dos padrões, no entanto, as conclusões foram outras. Mulheres muito magras (mais de 10 kg abaixo da média) ganhavam cerca de US$ 15.572 por ano a mais do que as mulheres com peso médio. Já mulheres mais gordas (mais de 10kg acima da média) tendiam a ganhar aproximadamente US$ 13.847 a menos por ano do que a média.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

TRANSFORMANDO A DOR EM ESPERANÇA!






MUKHTAR MAI
A paquistanesa que não se calou
Mukhtar Mai, 28 anos, foi condenada por um crime que não cometeu, e pagou por isso ao ser estuprada coletivamente. Ao contrário da maioria das mulheres de seu país, que ao sofrerem essa violência cometem suicídio, ela resolveu falar. E assim deixou o mundo perplexo com seu ato de coragem e transformou o futuro de sua cidade
Violência
Em 22 de junho de 2002, Mukhtar Mai, pertencente à casta de camponeses Gujjar, no Paquistão, foi obrigada a pedir perdão por uma condenação feita pela tribo Mastoi, considerada superior a eles. O crime? O seu irmão Shakkur, de 12 anos, falou com Salma, uma mulher do clã Mastoi. Eles acusaram o garoto de ter ofendido Salma, que tem 27 anos, apenas por ter trocado algumas palavras... Após ser espancado pelo grupo, a polícia o prendeu - sob determinação da tribo. Então, a sua irmã foi escolhida pela família para pedir perdão aos Mastoi, por ser considerada uma mulher respeitável: ensina o Corão para as crianças, recebeu o divórcio do marido e não tem filhos. Ao chegar lá, porém, todos os homens estavam armados e sem nenhuma intenção de misericórdia. Eles a arrastaram até um estábulo e lá ela foi estuprada por quatro homens durante uma noite inteira.
O costume local
Mukhtar foi para o seu quarto aquele dia e ali permaneceu por semanas, pensando em suicídio. Depois de ter sido estuprada, o caminho que ela teria de seguir, segundo os costumes locais, seria cometer o suicídio. Só que as notícias que chegavam até ela eram mais revoltantes: seu irmão só foi solto após a sua família pagar fiança, e a tribo Mastoi ainda o ameaçava. Quando ela percebeu que o seu sofrimento tinha sido em vão, resolveu esquecer o suicídio, tão previsível.
A escolha pela vida
Mukhtar decidiu viver, para lutar por justiça e ajudar outras mulheres a terem uma vida mais digna. Apoiada pelos pais e fortalecida espiritualmente pelas lições do Alcorão, dizia: "Sou só a primeira gota d'água, mas a chuva virá. E muitas gotas de chuva acabam formando um grande rio."
Seu pai, ela, a mãe e quatro irmãos não sabiam ler, nem freqüentaram a escola. Porém, eram muçulmanos devotos, que rezavam cinco vezes ao dia. Mukhtar tinha uma mente privilegiada e conseguia memorizar trechos do Alcorão. Tranqüila, mansa no falar, essa mulher altiva de 1,70 metros de altura pensava, mantendo os profundos olhos negros voltados para baixo: "O Alcorão me protegerá."
A luta por Justiça
Chamada para depor na delegacia, ela foi induzida a deixar as suas impressões digitais em um papel em branco. Embora analfabeta, Mukhtar percebeu que ali seria colocado o depoimento que os policiais quisessem. E assim passou por vários depoimentos, sempre forçada pela polícia local a não dizer a verdade ao juiz. Mas ela conseguiu chegar até ele e falar tudo o que haviam feito, além de reconhecer os policiais que tentavam impedi-la de declarar a verdade. Após inúmeras audiências, o caso já havia repercutido em toda a imprensa.
A família
A família de Mukhtar Mai é da casta mais baixa dos gujar e vivia de escassos recursos dos campos de cana-de-açúcar e trigo. A casa era de barro e tinham somente poucas cabras e bois, uma vaca e um pedaço de terra. Não dispunham de luz elétrica, telefone, nem água corrente. Mukhtar casou-se aos 18 anos e não teve filhos. Um casamento arranjado. Ela não foi feliz. O divórcio era raro no Paquistão rural - a mulher era mal vista, mas os pais a apoiaram e em menos de um ano Mukhtar recebeu do marido o talaq (na lei islâmica, o repúdio do homem à mulher que a libertou oficialmente do casamento e a permitiu voltar para a casa da família em Mirvala.
O ensino que ela recebeu
Ghulam, pai de Mukhtar Mai, lhe ensinou a respeitar os mais velhos e a proibia de mentir. "Temos muito pouco, mas possuímos nossa honestidade", dizia à filha, o que fez com que ela desenvolvesse um forte senso de certo e errado.
A indenização
Por ordem do governo, a ministra federal para as mulheres, Attiva Inayatullah, deu-lhe um cheque de meio milhão de rupias, cerca de Us$ 8.200, (mais do que seu pai ganharia em décadas). Segundo a ministra, não era uma compensação, mas um pequeno símbolo de "nossa identificação" pelo sofrimento pelo qual Mukhtar passou. Mukhtar, que jamais havia visto um cheque, disse: "Não preciso de dinheiro. O que realmente preciso é de uma escola." Ela teve essa idéia ao perceber que a maioria de pessoas que com ela se solidarizavam eram educadas.
O dinheiro da indenização
Então, ela concordou em receber o cheque, desde que pudesse usar o dinheiro para a construção de uma escola para meninas. Determinada, comprou um terreno perto de casa e contratou trabalhadores para a construção de uma escola primária. Ela também ajudou, fazendo tijolos de barro e transportando para o local da obra. A Escola-Modelo para Meninas Mukhtar Mai tomou forma e abriu as portas em dezembro de 2002. O governo pavimentou a estrada e trouxe luz e telefone para Mirvala.
As alunas
Acompanhada de guarda-costas da polícia, foi de casa em casa pedir aos pais que enviassem as filhas para a nova escola. A tarefa não foi fácil, pois ouvia sempre a alegação: "Meninas não precisam aprender a ler"; ou: "Só os meninos precisam ser educados." Mukhtar se comprometeu, então, a mandar uma van para buscar cada menina.
A escola
A escola não tinha luxo. Em vez de cadeiras, as meninas se sentavam sobre sacos de aniagem. Mukhtar se sentava ao lado de algumas alunas, para também aprender a ler e escrever. Buscou mais recursos, vendeu seus brincos e uma vaca e quando a imprensa divulgou a história, chegaram muitas doações. Ela então contratou carpinteiros para fazer assentos e carteiras de madeira para as alunas. Foram instalados ventiladores no teto, tornando, assim, agradável o ambiente sufocante das aulas. Com saldo suficiente, abriu uma escola para meninos em Mirvala e outra para meninas numa aldeia próxima. E mais de 700 crianças de todas as castas (inclusive da casta mastoi) se misturavam livremente nas escolas.
Ajudando outras vítimas
A ação benemérita desta notável paquistanesa não parou por aí. Mulheres, algumas estupradas, outras mutiladas, outras espancadas, outras com cicatrizes horríveis no rosto - vítimas de ataques de ácido, ou sem nariz ou orelhas, punição para supostas adúlteras, procuravam Mukhtar. Foi então criada, ao lado da primeira escola, o Centro Mukhtar Mai de Assistência de Crise da Mulher, para o qual chegava, em média, diariamente, cinco vítimas, em busca de auxílio. Ninguém deixava de ser atendida.
O livro
Depois da repercussão que o caso teve na imprensa mundial, a jornalista Marie-Theres Cunny e Mukhtar Mai lançaram um livro, Desonrada, para contar essa história. O livro já foi traduzido para vários idiomas e lançado em muitos países, inclusive o Brasil.
“Sinto-me como uma pequena planta que começa a crescer. Ainda precisamos ver os frutos. Mas, na vila onde moro, histórias como a minha não acontecem mais”.
Mukhtar Mai
São histórias como essa que nos enche de esperança, só é necessário UMA pessoa se levantar, pra desencadear um movimento, assim como Ester, mais uma vez das poucas contadas, uma mulher tirou o foco das suas origens e limitações humanas para focar na vontade de ajudar um povo, atitudes como esta, sempre atraem mais e mais pessoas a caminharem no mesmo sentido. E como já é sabido, quanto mais as pessoas trabalharem juntas em prol de algo o algo já esta tomado!!!
Bjs

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

PRA REFLETIR!

"O que me assusta não é a violência de poucos, mas a omissão de muitos.
Temos aprendido a voar como os pássaros, a nadar como os peixes, mas não aprendemos a sensível arte de viver como irmãos."
Martin Luther King